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    Entrevistas

18/04/2008 

Por Leonardo Monteiro

 

Gustavo Lopes - Heavy Metal Botão Clube

 

1 - Quem é Gustavo Lopes?

R: Tenho 48 anos, nasci em Belo Horizonte em 11/06/60 e comecei a jogar no extinto IX de Junho, clube também aqui de BH, em 1985. Cheguei por intermédio do Ricardo Valle, que já estava jogando por lá há algum tempo e foi meu primeiro incentivador de mudar do famoso leva-leva para a modalidade de três toques.
 


2 - O que o levou a optar pelo futebol de mesa como modalidade esportiva?

R: Sempre pratiquei esportes de todos os tipos e o futebol de mesa é mais um que gosto.
 


3 - Qual a maior alegria que o futebol de mesa lhe proporcionou?

R: Tive muitas alegrias no futebol de mesa. Ganhar o primeiro Metropolitano invicto em 1988 foi uma delas. Agora, sem dúvida, o Brasileiro de equipes de 2004, lá em São Jose do Rio Preto, foi demais. Foi um título que poucos acreditavam, pois estávamos sem alguns botonistas de peso. Na verdade, apenas o Vander estava confiante e acreditou sempre em nosso potencial. Somente quem já ganhou um Brasileiro jogando pela sua equipe sabe como é fantástico e mágico esse momento.
 


4 - O que representa o futebol de mesa para você? Sua família apóia?

R: O futebol de mesa hoje é meu esporte numero um. É muito gostoso poder chegar no sábado e encontrar todo aquele pessoal amigo no Grêmio. Quanto ao apoio da família, eles acham que já passei dessa fase. Eu sim é que tenho de apoiar minhas filhas, que são a minha vida.
 


5 - O que significa ser presidente do maior clube de futebol de mesa do país na modalidade 3 toque? Quais os projetos para ele?

R: Para mim é uma honra. Saber que por ali já passaram tantos e tantos presidentes que são lendas no futebol de mesa, como o Benjamin, Burnier, Josué, Vander e outros. Nós da diretoria estamos com muitas coisas em mente e aos poucos estamos colocando em prática.
 


6 - Na sua opinião, como está o Grêmio Mineiro hoje em relação aos demais clubes de futebol de mesa do país?

R: O Grêmio Mineiro sempre foi um clube padrão no Brasil e acho que continua sendo, pois, além de ser um dos poucos clubes brasileiros a ter calendário anual e organizado, tem uma ótima infra-estrutura.
 


7 - Tentará ser reeleito presidente do Grêmio Mineiro no fim do mandato?

R: Tenho mais um ano e meio pela frente. Quero fazer o meu melhor neste período. O resto vem depois.
 


8 - Na sua opinião, qual foi o melhor momento da história do Grêmio Mineiro?

R: Não sei se seria a pessoa indicada para falar sobre isto, pois temos associados bem mais antigos e que já viveram vários momentos aqui. Mas, na minha fase, acho que foi ter conseguido a sede no Mineirinho. Desde então o Grêmio pôde crescer e conquistar seus maiores títulos.
 


9 - O que o levou a escolher o nome do seu time?

R: O Heavy Metal Botão Clube foi por causa do fato de gostar muito desse estilo musical.
 


10 - Quais os botonistas que, ao longo de sua carreira, mais o incentivaram?

R: Meu principal incentivador na regra três toques foi o Ricardo Valle. Acho que, se não fosse por ele, não estaria jogando hoje.
 


11 - Quais jogadores foram influência e o impressionou?

R: Meu ídolo no futebol de mesa é o Renato (Juiz de Fora). O cara jogava muito. Mas ao longo dos anos pude ver grandes feras, entre elas Vander, Pedro Paulo, Bruno, Burnier, Lorival, Marcus, Benjamin, Stumpf e alguns outros por aí.
 


12 - Quais mais o decepcionaram?

R: Não tenho nada contra ninguém. Se alguém tem contra mim, desculpe-me, mas não vou perder minha fome por causa disso.
 


13 - Em sua opinião, qual o tipo de time ideal, considerando bainha, altura, diâmetro e outros detalhes?

R: Na verdade nunca me preocupei com isso. Se coloco na mesa e ele me agrada, pronto, é com ele que vou jogar.
 


14 - Quais foram as suas maiores alegrias na carreira e as tristezas?

R: Minhas maiores alegrias foram as amizades e as "zuações" que fiz durante todos esses anos em que jogo. Minha maior tristeza foi a falsidade de certos botonistas.
 


15 - Qual partida que você disputou que considera inesquecível?

R: Nem foi uma vitória, mas foi muito importante para o campeonato Brasileiro de clubes em 2004. Empate de 1x1 com o Bruno; resultado que deu o título ao Grêmio.
 


16 - Qual a pior partida, aquela que você não gostaria de lembrar?

R: Foram tantas que encheriam umas 10 folhas.
 


17 - Descreva um fato pitoresco acontecido no futebol de mesa, dentro ou fora da mesa.

R: Foram muitas as brincadeiras por aí afora. Sempre tem uma coisa legal acontecendo. Duas muito engraçados: a primeira em São Jose do Rio Preto, quando fiz bunda lê lê na avenida principal da cidade e o sinal fechou, foi um sufoco danado. A outra foi em Bicas. Eu vestido de padre e a mãe do Paulo Marcos me pedindo a benção e me fazendo mil confissões.
 


18 - O que tira você do sério numa competição de futebol de mesa?

R: A falta de atenção do juiz.
 


19 - Quais as maiores qualidades e os defeitos da regra de três toques?

R: Sou suspeito para falar, pois adoro a regra e a acho perfeita.
 


20 - Cite os melhores botonistas com os quais atuou.

R: Vander, Thiago, Benjamin, Burnier e Eu (equipe campeã Brasileira de 2004).

 


21 - Um sonho que você ainda não realizou no futebol de mesa?

R: Ver o Rodrigo Prímola, técnico do Tubarugaio, ser campeão da segunda divisão do Grêmio Mineiro.

 


22 - Um recado aos leitores.

R: Queria agradecer pela oportunidade e dizer que o GRÊMIO MINEIRO DE FUTMESA estará sempre de portas abertas para receber os apaixonados pelo futebol de mesa.

 

 

 

 

 

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