Vejam as modificações :
1 - Entende-se por bola colada quando, ao final de uma
jogada, a bola se encontra encostada em um determinado
jogador. Caberá ao árbitro definir, antes que se processe a
jogada seguinte, se a bola está efetivamente colada ou não
no jogador.
2 - Os goleiros não poderão ser totalmente transparentes,
devendo possuir uma faixa de no mínimo 1 (um) centímetro do
material de sua fabricação, na sua parte dianteira e
traseira. Não serão admitidos adesivos autocolantes ou
similares como forma de atendimento deste artigo.
Obs:
O árbitro poderá retirar os jogadores com o objetivo de
facilitar as medições de que trata o presente artigo.
3 - Não será considerada bloqueada ou fechada a jogada em
que o palmômetro não alcançar a bola em sua primeira
tentativa de entrada. Desde que fique clara a possibilidade
de que em um momento qualquer o palmômetro alcançará a bola,
sendo utilizado em mais de uma direção, esse lance será
considerado aberto.
4 - Os jogadores da equipe beneficiada que foram removidos
só poderão ser palhetados ou receberem passes na JOGADA
seguinte e após o toque na bola por um jogador não removido
da equipe favorecida ou outro qualquer da equipe adversária,
sob pena de Tiro Livre Indireto (Art. 97), a ser cobrado do
local onde o jogador foi palhetado. Assim, o jogador
removido, depois de recolocado, não poderá cobrar a
infração. Caso isso ocorra, será retirado de campo e
retornará por ocasião de tiro de meta ou saída de centro de
campo.
Obs:
Para facilitar o controle das arbitragens, os técnicos
deverão comunicar em alto e bom tom os números dos jogadores
removidos.
5 - Se, após um chute a gol, a bola tocar na trave ou no
goleiro e, por último vier a tocar em um jogador REMOVIDO
pelo técnico beneficiado, o jogo prosseguirá normalmente,
tornando NEUTRO o jogador em que a bola tocou. No caso de a
bola bater na trave, o lance continuaria sendo do jogador
que chutou. No caso de a
bola bater no goleiro, o lance passaria a ser do adversário,
pois o toque não valerá. O jogador removido não poderá ser
palhetado, nem o toque valerá como passe.
6 - Se o técnico que estiver atacando pedir a gol e não
chutar, o técnico que está defendendo tem direito a pedir um
tempo ao árbitro e colocar seu goleiro a 60 mm da bola,
sempre entre a bola e a trave, sem precisar manter distância
dos seus próprios jogadores e dos jogadores adversários.
Numa segunda hipótese, se o técnico atacante disser logo que
não vai mais chutar a gol, o defensor poderá colocar o seu
goleiro de imediato (também pedindo um tempo ao árbitro).
7 - Não será permitida a colocação do goleiro com o intuito
de efetuar tabela no mesmo para tocar na bola ou mesmo
efetuar a aproximação de um lance. A infração ( tiro livre
direto )será cobrada
no local em que houve o contato do jogador com o goleiro.
Caso o goleiro já esteja ali posicionado e ocorra a tabela,
o lance será considerado normal.
8 - Não será permitido o uso da palheta para verificar qual
direção o jogador deverá seguir. A infração será cobrada no
local em que houve o contato da palheta com o goleiro.
9 - Nos acréscimos SUPERIORES a 60 (sessenta) segundos, o
árbitro marcará normalmente até faltar um minuto,quando
deverá anunciar alto e claramente “DOZE LANCES” e, a partir
daí agirá de acordo com o exposto acima. Ou seja nos
descontos inferiores a 1 minuto ,o tempo de reflexão baixara
para 5 segundos .
Todos os acréscimos deverão ser contados com a bola em jogo
– vide definição no Art. 74.
10 - Antes de dar início ao jogo e para não estragar as
mesas, o árbitro deve solicitar aos técnicos que tirem os
seus relógios.
11- Durante o jogo, os técnicos não poderão conversar com
terceiros, fumar, comer ou utilizar bebida alcoólica.
12 - A saída para início ou reinício de jogo (após um gol ou
início do segundo tempo) é feita a partir do centro de
campo. Sua execução se dá em dois lances (Jogada Restrita
Art. 22 alínea “b”) e deverá obedecer às seguintes
prescrições:
13 - Não é permitido cavar lateral ou escanteio. Tais
ocorrências implicarão na reversão da posse de bola,
respectivamente, em Lateral Cedido (Art. 109 § 1º) ou Tiro
de Meta em Jogada Padrão (Art. 22 alínea “a”);
14 - Nenhum jogador poderá tocar a linha divisória por
ocasião da saída de jogo.
Os jogadores poderão ser colocados em qualquer posição do
seu campo de defesa quando da saída de jogo, respeitando uma
distância mínima de 183 mm um do outro. Junto à linha
divisória os jogadores de uma equipe deverão estar
distanciados dos jogadores adversários em, no mínimo, 60 mm,
meio a meio.
15 - Cada saída de meio campo errada será punida com falta
técnica anotada.
16 - Os dois jogadores que darão a saída serão escolhidos
entre os mais próximos da linha divisória de meio campo
17 - Na cobrança do lateral cedido apenas as botões que
estiverem a menos 6cm do local da cobrança poderão ser
retirados , no lateral cavado e corner ( cedido e cavado )
continua o limite de 18,3 cm para remoção , sendo que nas
cavados a remoção continua obrigatória para todos na
distancia regulamentar.
18 - Durante a cobrança do tiro de meta é obrigatório a
presença de no mínimo 3 botões no campo de ataque , será
permitida a retirada de um botão do ataque para a cobrança
se este numero mínimo permanecer durante a cobrança .
19 - Não será considerada posse do goleiro o lance em que a
bola venha a para sobre o jogador , ainda que ela esteja
dentro da pequena area, ou na distancia para a de posse do
goleiro , se ocorrer no ultimo lance será considerada
bloqueio .
20
- Todos os técnicos terão acesso ao relógio central.
.
Observações :
Conforme contato com a comissão de
regra , algumas das modificações , mesmo constando no site
não foram aprovadas ;
Técnica na saída apenas no segundo erro .
Remoções no lateral cedido continua como era .
A
bola em cima do jogador na pequena área também parece que
não foi alterada .
Esperamos confirmações e alterações no site da confederação
, para publicar as modificações com exatidão .